Mineiro em São Paulo desde 2004, aprendi a transitar entre mundos diferentes: criação e negócio, estratégia e operação, tecnologia e campo, ambição e restrição.
Sou curioso, prático e bom de ponte. Gosto de entender problemas por dentro, aproximar pessoas que olham para o mesmo desafio por ângulos diferentes e transformar conversas difíceis em caminhos possíveis.
Cheguei em inovação pelo caminho da criação, do design e do serviço. Fiquei porque gosto de problemas que não cabem em uma área só — aqueles que ainda não têm dono claro, solução óbvia ou caminho pronto de escala.
Ao longo da minha trajetória, aprendi que ideias não mudam organizações sozinhas. O que muda uma organização é gente alinhada em torno de um problema importante, com coragem para testar, critério para decidir e disciplina para fazer acontecer.
Meu trabalho costuma estar nesse meio do caminho entre estratégia e execução: onde ainda existe ambiguidade, conflito, orçamento, prazo, operação real e gente tentando fazer a coisa certa acontecer. Às vezes isso vira produto. Às vezes vira canal, processo, plataforma, piloto, modelo de negócio ou a decisão madura de não seguir adiante.
Como líder, combino direção clara com escuta, pragmatismo e cuidado. Resultado importa, mas o jeito de chegar nele também constrói — ou destrói — a capacidade da organização continuar inovando depois.
Fora do trabalho, sou casado, pai, faço trilha de moto, toco viola caipira e sempre que posso troco a cidade por estrada de terra, natureza e silêncio.